E senta num café
Ele é bonito e elegante
Da sua forma, deslumbrante
Pede aquilo que não se serve
Ou apenas não solicita
Aparenta, para os ignorantes, gastar tempo
Pois vive o seu charme
No enigma que é seu silêncio
Pela sabedoria de uma beleza intrínseca
Aquele cigarro além
Aquela dúvida quando observo
Do porque de um fascínio estranho
Parece ter tudo na língua
Mesmo quando sentado em um bar
Observando o mundo passar...
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