E me deixo na parede, te prendo.
Escolho, de novo: não vejo.
Ser cego hoje, não quero.
Quando o mundo é complexo.
Não penso como quero.
Tenho voz e grito.
Pedestres com fone de ouvido.
Cantores ridículos.
Não penso sem moeda.
Idéia pra virar porquinho.
Porquinho pequenino.
Meu chão é assim, todo programado.
Meus conhecidos são assim, robotizados.
Meus amores, desligados.
Meus amigos, frustrados.
Nenhum comentário:
Postar um comentário